Novo CD de Beatriz Azevedo será lançado na Europa
Nelson Motta fala do CD de Beatriz Azevedo

Beatriz Azevedo na revista CULT
Beatriz Azevedo está na Revista CULT deste mês, falando sobre seu novo CD Alegria.
Uma das mais respeitadas revistas de cultura do país, a CULT está em seu 11º ano de circulação, número 127, e deu uma página a Beatriz Azevedo afirmando: "você é ótima e a Cult aposta em seu sucesso".
A publicação traz ainda entrevistas com os mestres Antonio Candido e José Miguel Wisnik. Não perca, nas bancas, durante o mês de agosto de 2008.
Alegria é o seu terceiro disco, e é muito mais que uma coleção de 12 canções. Ele traz uma leitura coerente, original do Brasil. Faixas como o manifesto cosmopolita “Sem fronteiras”, a lírica “Abraçar o sol” e a safada “Pelo buraco” revelam uma compositora madura, segura da sua arte, tranquila na conversa com a tradição. Alegria vem recheado de participações especiais, com destaque para o hilário dueto com Tom Zé em “Pelo Buraco”. O YouTube já tem uma boa coleção de vídeos da multi-artista, recomendadíssima por este oswaldiano blog.
IDELBER AVELAR [O Biscoito Fino e a Massa]
Beatriz Azevedo é poeta, cantora e compositora. Apresentou-se na Europa e Estados Unidos, e está lançando seu segundo CD, "Alegria", que tem ótimas letras, boas músicas e perfeita direção musical do maestro Cristóvão Bastos.
NELSON MOTTA [Sintonia Fina]
Em meio a tantas cantoras e repertórios padronizados, "Alegria" (Biscoito Fino), de Beatriz Azevedo, é um alento para os ouvidos. A partir das idéias antropofágicas, ela cria um disco universal, com grandes melodias e letras.
JOÃO PIMENTEL [O GLOBO, Segundo Caderno, RJ].
Está rodando lá em casa, sem parar, o CD Alegria, de Beatriz Azevedo. Ela compõe bem pra caramba, canta muito bem, tem bons parceiros, a produção é excelente e o disco pode entrar tranquilamente na lista dos melhores lançamentos de 2008, que não vai fazer feio, e periga até ser o melhor do ano. Beatriz Azevedo. Guardem esse nome, que a moça tem talento para acontecer no mundo.
EDMILSON SIQUEIRA [correio popular]
O extraordinário novo CD de Beatriz Azevedo, “Alegria”, tem tudo – elevada cultura literária, exuberância carnavalesca, humor absurdo, e experimentalismo audacioso – as marcas da antropofagia. Além disso, Beatriz explora as conexões Brasil-Estados Unidos numa versao de “Ain’t nobody’s business if I do” (“Não é da conta de ninguém”) que ficou famosa na voz de Billie Holiday nos anos 40. Eu acho que esta é uma das melhores e mais divertidas adaptações de um standard Americano já gravado.
CHRISTOPHER DUNN [USA] Autor de “Brutality Garden: Tropicália and the emergence of a Brazilian Counterculture” (Chapel Hill). Conselheiro Curador de “Tropicália a revolution in Brazilian Culture”, exposição no Museu de Arte Contemporânea de Chicago e no Barbican de Londres.
“Alegria” é um trabalho fascinante por tudo que traz em termos de inventividade, graça, delicadeza, vigor e coragem. Poesia da flor à pele.
Beatriz Azevedo tem uma artimanha toda própria de fundir música & literatura sem sobrepujar uma à outra. Seus achados impressionam especialmente pelo impacto que causam nos tacanhos dias de hoje. É arte que devolve ao Brasil o tesão e a beleza reivindicados pela insurreição de 1922, com uma nova attitude. Utiliza elementos da Tropicália, mas o faz de maneira renovadora, surpreendendo. É pós-Itamar Assumpção e preza pela delicadeza. Cativa o cidadão desde a primeira dentição.
FELIPE TADEU [Revista Jazzthetik/Deutsche Welle-World, Alemanha]
O que sobressai é a marca totalmente pessoal da cantora. As letras de Beatriz revelam o lado da poeta, que chamou atenção desde seu primeiro trabalho, Esse cuidado permeia toda sua obra, e está ainda mais intenso em Alegria. Presença super bem vinda é a de Tom Zé, sempre solto e livre em Pelo buraco. Crítica social, humor, crônica mundana. GENIAL. Alegria desperta o prazer da descoberta, da imaginação. Coisa difícil hoje em dia em que tudo já é tão deglutido quando chega.
BETO FEITOSA [Ziriguidum, Brasil]
À primeira vista, Beatriz Azevedo pode ser considerada uma herdeira da Tropicália e do manguebeat. Beatriz faz tributo a essa tradição de deglutir o que é estrangeiro, misturando à coisa nossa brasileira, para daí regurgitar algo inteiramente novo no CD Alegria.
FRANCISCO QUINTEIRO PIRES [O Estado de S. Paulo, Caderno 2]
Poeta, atriz e compositora, Beatriz joga sua bagagem no novo disco. Ela musicou poemas dos modernistas Raul Bopp ("Coco de Pagu") e Oswald de Andrade ("Relicário"), e se baseia no "Manifesto Antropófago", de Oswald, para tratar todas as faixas, no encarte, como devorações.
LUIZ FERNANDO VIANNA
[Folha de São Paulo, ilustrada]
“Alegria” desafia ouvidos, motiva sentimentos e resulta em sorrisos de satisfação nas suas 12 faixas.
THIAGO CORREA [Folha de Pernambuco].